Síndrome de Pintinhas

Acordei e olhei meus pulsos. Ontem cheguei em casa lá pelas quatro da manhã, desesperado porque ainda não era hora de dormir e também porque havia manchas vermelhas nos meus pulsos. Pintinhas minúsculas, milhares delas, como se fosse uma alergia.

Lavei mãos e pulsos com muita água, despejei álcool neles – eu estava com medo de que aquelas pintinhas se espalhassem rapidamente pelo meu corpo enquanto eu dormia e que eu tivesse um agravamento crítico de pintinhas e não visse. Daí eu resolvi dormir, devo ter me dado conta da paranóia.

A noite foi muito divertida; a gente foi num barzinho que eu já estava de olho fazia tempo. Quando entramos lá nos demos de conta que lamentavelmente estava tocando sertanejo. Mas tudo bem, alguns meses atrás nós tivemos esse incômodo e soubemos igonorar a música como fator de prazer.

Mas dessa vez eu fui além: depois de rir até perder o fôlego, embalado por cervejas e whisky, resolvi dançar música de bailão. Porque eletrônica é de praxe, me dá prazer. Mas dança de salão exige concentração. Por razões que eu não sei, eu estava concentrado e a gente dominou a pista.

Depois de horas a fio de distração, ao chegar em casa me desesperei com os malditos pulsos que, graças a deus, agora estão normais.

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